sábado, 5 de junho de 2010

Agenda Semanal


Futsal:

1/2 Final Playoff, jogo2: Belenenses vs Benfica

05-06 às 15:05 no Pavilhão Acácio Rosa, RTP2

Basquetebol:

Final Playoff, Jogo 4: FCP vs Benfica

06-06 às 16:00 no Dragão Caixa, Sport TV2

Hóquei em Patins:

26ª Jornada: Benfica vs Valongo

05-06 às 18:00 no Pavilhão Império Bonança

Andebol:

10ª Jornada, 2ª Fase: Benfica vs ABC

05-06 às 17:00 no Pavilhão nº2, Benfica TV

Camadas Jovens - Futebol:

4ª Jornada, 2ª Fase Juniores A: SCP vs Benfica

06-06 às 17:00 no Estádio Alvalade, TVI24

2ª Jornada, 3ª Fase Juvenis A: FCP vs Benfica

06-06 às 11:00 no Complexo Desportivo do Olival

3ª Jornada, 3ª Fase Juvenis A: Benfica vs Vit. Guimarães

10-06 às 11:00 no CFC, Benfica TV

4ª Jornada, 3ª Fase Iniciados A: Benfica vs Vit. Guimarães

06-06 às 11:00 no CFC, Benfica TV

5ª Jornada, 3ª Fase Iniciados A: FCP vs Benfica

10-06 às 11:00 no Complexo Desportivo do Olival

Informações úteis:

Andebol
S.L.Benfica–ABC (Pavilhão n.º 2)
Campeonato Nacional
Dia 5 de Junho às 17 horas
Vamos abrir as Portas às 16 horas

Hóquei
S.L.Benfica–Valongo (Pavilhão Império Bonança)
Campeonato Nacional
Dia 5 de Junho às 18 horas
Vamos abrir as Portas às 17 horas

Horários de Abertura de Bilheteiras:
Sábado dia 5 de Junho a partir das 15h30

Tabela de preços Andebol:
Sócio de Quota Modalidades: 1,5 €
Sócio: 3 €
Sócio Criança: 1 €
Sócio Menor: 2 €
Público: 6 €
Público Criança: 3.5 €

Tabela de preços Hóquei:
Sócio de Quota Modalidades: 0 €
Sócio: 3 €
Sócio Criança: 1 €
Sócio Menor: 2 €
Público: 6 €
Público Criança: 3.5 €

Basquetebol: Benfica a uma vitória de revalidar o Título


Encarnados derrotam FC Porto no Dragão

Num encontro muito disputado, garantidamente um dos melhores realizados esta época, o Benfica aumentou a vantagem na final do playoff da Liga para 3-0, depois do triunfo desta sexta-feira, no Dragão Caixa (101-97). Mas os portistas venderam bem cara a derrota, visto que foram necessários dois prolongamentos para se encontrar um vencedor (83-83 e 96-96), o que deixa antever outra emocionante partida, já no próximo domingo.


Muita coisa poderia ser dita e escrita acerca do 3º jogo da final do playoff da Liga Portuguesa de Basquetebol, mas é prefirível realçar a qualidade do espectáculo que as duas equipas proporcionaram e a correcção com que a partida foi disputada. Pena é que não aconteçam mais jogos com esta emoção e intensidade, para bem da modalidade.

No aspecto desportivo, a jornada foi naturalmente favorável aos encarnados que, ao vencerem este 3º jogo, no Dragão Caixa, tornaram nula a margem de erro dos portistas até final da série. Uma vitória que convém dizer poderia ter sorrido a qualquer um dos conjuntos, até porque momentos houve durante o encontro em que as coisas pareciam definidas a favor de cada uma deles.

Foram os encarnados a começar melhor o encontro, aproveitando alguma passividade defensiva dos azuis e brancos, que se traduziu em situações fáceis de finalização, sendo a maioria acções de contra-ataque. Após uma vantagem inicial dos forasteiros, finalmente surgiu a mão certeira dos atiradores azuis e brancos, permitindo que os portistas rapidamente recuperassem da diferença pontual. A boa prestação de Greg Stempin (15 pontos) durante toda a primeira parte, tanto a marcar pontos como a assistir para os seus companheiros, impulsionou os dragões para o comando do marcador no final do 1º tempo (42-37).

Na etapa complementar, a linha de 3 pontos viria a ser a principal arma utilizada pelos comandados de Moncho López para fugirem na marcha do marcador. Três triplos, quase consecutivos, de Nuno Marçal faziam subir a diferença para a dezena de pontos, margem que se verificava a pouco mais de 4 minutos do final. Quando tudo parecia encaminhado para o triunfo dos dragões, a equipa simplesmente deixou de fazer pontos durante vários minutos, parando nos 78. Acabaria por desperdiçar a vantagem de que dispunha, com muito mérito dos encarnados, que sempre acreditaram que poderiam dar a volta ao resultado, demonstrando muita frieza e discernimento nas acções atacantes.

Com as duas equipas empatadas a 83 pontos no final do tempo regulamentar, houve necessidade de 5 minutos extra, altura em que a alteração táctica introduzida por Moncho López, colocar Hunt na posição de 1º base – inspiradíssimo em termos ofensivos –, e atribuir a Andrade a missão de parar Diogo Carreira, elemento mais desiquilibrador do plantel benfiquista, parecia que ia resultar em pleno. Uma vez mais o Benfica soube ser paciente, nunca se desuniu como equipa, ao mesmo tempo que procurava resolver os problemas do ataque de uma forma colectiva, ao procurar a melhor solução de lançamento.

Acabaria por a equipa orientada por Henrique Vieira a desperdiçar a oportunidade de resolver a partida, ao sofrer um triplo de Nuno Marçal – mérito do experiente extremo portista –, a 4 segundos do final do tempo extra, que empatava novamente o encontro (96-96).

No 2º prolongamento, a ausência de Stempin e Terrel, já desqualificados com 5 faltas, viria a revelar-se decisiva, pois foi na luta das tabelas, mais concretamente através do ressalto ofensivo, que o Benfica fez a diferença. Os segundos lançamentos fáceis e as sucessivas posses de bola conseguidas pelos encarnados permitiram gerir uma curta vantagem, isto sem esquecer que os dragões apenas converteram 1 ponto nos últimos 5 minutos suplementares (101-97).

No decorrer da partida estivemos perante duas formas distintas de conseguir pontos: enquanto os azuis e brancos apostavam no tiro de longa distância, a turma lisboeta dava preferência a lançamentos mais curtos, até porque a noite não era de grande precisão.

O norte-americano Heshimu Evans (30 pontos, 12 ressaltos, 9 faltas provocada e 2 roubos de bola) foi o expoente máximo da agressividade atacante do Benfica, impressionando pela intensidade, apesar dos seus 34 anos, que coloca no seu jogo, exibindo recursos ofensivos que denotam grande trabalho de aperfeiçoamento. Face à ausência de Elvis Évora - pelas palavras do técnico Henrique Vieira a lesão aparentemente é grave e de recuperação demorada -, o poste Will Frisby (22 pontos, 13 ressaltos e 2 assistências), numa missão de superação, acabou por ser a grande referência interior do Benfica ao longo de todo o encontro. Mesmo tentando sempre fugir ao contacto, a boa técnica de pés e o tiro de curta e média distância permitiram-lhe contornar as limitações físicas.

Para complemento, os encarnados tiveram em Diogo Carreira (22 pontos e 2 ressaltos), que até entrou mal no jogo, o símbolo da irreverência, do talento, mas acima de tudo da coragem de querer assumir a responsabilidade do jogo. Uma referência ainda para o regresso de Sérgio Ramos, que após várias semanas lesionado voltou a competir. Mesmo sem estar nas melhores condições, a sua presença no jogo era reconfortante para o grupo, ao mesmo tempo que transmitia uma imagem de confiança e disponibilidade para ajudar.

Do lado dos portistas, de pouco serviu a fantástica prestação de Greg Stempin (26 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências e 3 desarmes de lançamento), claramente o elemento portista mais determinado e com sede de vitórias. O capitão dos dragões, Nuno Marçal (19 pontos, 4 assistências e 3 ressaltos), teve uma exibição intermitente, acabando por ser um pouco vítima das passagens pelo banco de suplentes. E como é habitual, Julian Terrel (15 pontos e 8 ressaltos) manteve a regularidade que lhe é característica.

Resumo do jogo:



Fonte: fpb.pt

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Hoquei em patins-Jogos de fim de semana

Domingo 6 Junho 2010
Campeonato Nacional de Iniciados P2 Zona Sul
Stuart Carvalhais vs S.L.Benfica ás 17H15M
Segunda-Feira 7 Junho 2010
Campeonato Nacional de Júniores P2 Zona Sul
Sporting vs S.L.Benfica ás 21H30M

Hoquei-Campeonato Nacional 1ª Divisão

Sábado 29 Maio 2010
Campeonato Nacional 1ª Divisão
26ªJornada
S.L.Benfica vs A.Valongo ás 18H00M

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Hoquei-Resultados do fim de semana

Domingo 30 Maio 2010
Campeonato Nacional de Iniciados P2 Zona Sul
S.L.Benfica 4 vs S.Tomar 1
Numa partida que carimbou o apuramento, vitória clara do Benfica que controlou e dominou a partida sem sobressaltos. A equipa pese embora os impedimentos do contributo de diversos jogadores tem sabido sempre encontrar soluções que lhe permitiram vencer até agora todos os jogos do campeonato nacional. Agora com o apuramento garantido e as lesões a ficarem recuperadas, há que manter o ritmo competitivo elevado para a "Final-Four" ser disputada na máxima força. Grande abraço a toda a equipa.Alinharam : Duarte Silva (GR); André Lopes (1); João Sardo; André Gaspar (Cap); Bernardo Maria (2); João Martins (1); Gonçalo Pinto; Diego Dias; Diogo Pereira e Tiago Figueiredo (GR)
Encontros Distritais de Bambis 2ª Fase Série C
S.L.Benfica 18 vs U.Vilafranquense 5
Os nossos pequeninos Bambis voltaram a vencer um adversário com quem já se encontraram por 4 ocasiões. A equipa de Vila Franca de Xira que recomeçou este ano a sua actividade, tem vindo a evolur de forma muito positiva e ainda chegou a liderar o marcador durante uma parte do jogo, mas a nossa equipa empregou-se a fundo e conseguiu traduzir no marcador a sua maior capacidade.
Segunda-Feira 31 Maio 2010
Campeonato Nacional de Júniores P2 Zona Sul
S.L.Benfica 12 vs Alenquer e Benfica 5
Num jogo onde só a vitória interessava, os Juniores do S.L. Benfica lograram alcançar esse objectivo, tendo começado a construir essa vitória bem cedo, ia decorrido apenas o segundo minuto de jogo sem que practicamente o adversário tivesse tocado na bola. Não foi uma exibição de encher o olho mas numa altura em que a situação é muito dificil, pedia-se apenas a vitória e se possível com números que anulassem a desvantagem no confronto directo com a equipa do Alenquer e isso foi conseguido. Ao intervalo a vantagem era já de 6-1 e foi sendo dilatada durante o segundo tempo, tendo a diferença sido de 8 golos ( 10-2). Depois um período de menor concentração defensiva permitiu o encurtar dessa diferença sem que contudo alguma vez tivesse em risco a vitória encarnada.Parabéns pela vitória e nova jornada com cariz de "Finalíssima" para a semana frente ao Sporting. Acreditamos que um Benfica ao seu melhor nível pode conseguir a vitória, único resultado que permite à nossa equipa aspirar ainda à presença na "Final-Four". Muita determinação , concentração e empenho aliados à qualidade individual e colectiva da nossa equipa são fundamentais para conseguirmos ultrapassar mais este obstáculo.Jogaram pelo S.L.Benfica : João Coelho (GR); Tomás Silva (1); Pedro Vaz ; João Rodrigues (8; Diogo Alves (Cap)(2); João Beja (1); Alexandre Silva; Marco Gatinho; Diogo Dias e Pedro Henriques (GR).

Texto de João Pedro Vaz
Fonte:www.stickebola.blogspot.com/
Hoquei Juvenil S.L.B

Hoquei-Campeonato Nacional 1ª Divisão

Sábado 29 Maio 2010
Campeonato Nacional 1ª Divisão
25ªJornada
Oeiras 3 vs S.L.Benfica 2
"Encarnados” sofrem derrota em Oeiras
A equipa de hóquei em patins masculino do Benfica perdeu sábado passado no recinto da Associação Desportiva de Oeiras por 3-2, em encontro da 25.ª jornada do campeonato nacional da modalidade.Os visitados marcaram na conversão de uma grande penalidade por Paulo Rosa (18’), mas o Benfica empatou imediatamente a seguir por João Rodrigues. Ainda antes do fim da primeira parte, Diogo Rafael colocou os “encarnados” na frente do marcador (23').No segundo tempo, a formação de Luís Sénica sofreu dois golos e perdeu, assim, o encontro por 3-2. Pedro Carvalho (6’) e Tiago Nogueira (19’) foram os autores dos golos do Oeiras.Depois deste resultado, o Benfica fecha a sua participação na edição 2009/2010 do campeonato na próxima semana. Os “encarnados” vão receber o Valongo na 26.ª e última jornada da competição.

Fonte:site oficial do slbenfica.pt

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Basquetebol: Benfica volta a Vencer em Casa


O Benfica aumentou para dois o número de triunfos na série final do campeonato da Liga Portuguesa de Basquetebol, frente ao FC Porto. Numa partida de grande intensidade defensiva, onde quase sempre foi difícil encontrar o caminho do cesto, a maior criatividade individual vinda do banco encarnado acabou por fazer a diferença (63-53). A forma distinta como as duas equipas interpretaram a defesa e a solução ofensiva do bloqueio directo na bola explica em grande parte o porquê de os benfiquistas terem tido, ainda que pequeno, um maior aproveitamento ofensivo no decorrer da partida.

O encontro principiou, à semelhança do que aconteceu no 1º jogo, com muita luta, contacto físico, em que nada era consentido com facilidade e, acima de tudo, com as duas equipas a revelarem grandes dificuldades em encontrar o caminho para o cesto. As percentagens de lançamentos dos dois conjuntos também não ajudavam em nada, destacando-se pela negativa, nesta fase inicial, a prestação de Heshimu Evans, que era literalmente convidado a lançar ao cesto. Se não se concretiza de fora há que procurar outras soluções mais próximas do cesto. Nesse aspecto, os benfiquistas estiveram melhores – boa entrada na partida de Elvis Évora – o que explica o resultado favorável de 11-6 que se registava no final do quarto inicial.

Eram visíveis as dificuldades dos dois conjuntos em conseguir fazer pontos, o que retirava espectacularidade e beleza ao encontro. Não quer com isto dizer que deixou de ser interessante, até porque a entrega das duas formações era exemplar. A maior criatividade individual trazida por Diogo Carreira, melhor a jogar o bloqueio directo na bola, bem como o aumento da eficácia do lançamento exterior, com Evans a acertar a pontaria, dava a primeira vantagem clara às águias no decorrer do 2º período (21-8). O bom contributo dos benfiquistas vindos do banco (Carreira, Tavares e Elvis) só não se tornou mais evidente até se atingir o intervalo muito à custa da boa reacção portista já nos momentos finais da parte. Agressivos na defesa, lutadores nas tabelas e finalmente a conseguirem concretizar cestos, aquele que é o grande objectivo do jogo, os dragões, com um parcial de 9-2, atingiram o intervalo com as contas mais equilibradas (17-23).

A etapa complementar trouxe um Benfica capaz de manter o adversário à mesma distância pontual, fundamentalmente porque executava melhor em 5x5 meio campo, explorando preferencialmente a opção do bloqueio directo, com as várias leituras possíveis do movimento ofensivo. O FC Porto foi sobrevivendo muito à custa das movimentações individuais dos seus atletas – Marçal foi um bom exemplo – como forma de ultrapassar a forte defesa encarnada, que em momentos interpretava com grande correcção o princípio de ajudar quem ajudou. Foi sem surpresa que a turma da casa vencia à entrada do último período por 13 pontos de vantagem (43-30).

Numa partida de tão baixa pontuação, 13 pontos acabam por tomar uma proporção totalmente diferente, daí Moncho López ter feito regressar a opção defensiva introduzida na parte final do quarto anterior. Numa tentativa de desregular as movimentações atacantes do seu adversário, o técnico espanhol dava ordens para se fazer um 2x1 no portador da bola à passagem da linha de meio-campo. E quando tudo parecia controlado, eis que aconteceu a lesão de Will Frisby, aparentemente com alguma gravidade, que colocou no ar a dúvida como iria ser o encontro a partir desse momento.

Pois na verdade não se alterou muito. Os dois triplos consecutivos (Figueiredo e Mota) dos visitantes, a 3 minutos do termo do encontro, fizeram baixar a diferença pontual para a dezena de pontos (53-43), a mesma que o marcador registava no final dos 40 minutos (63-53).

Já depois do encontro ter terminado, as duas equipas envolveram-se em cenas lamentáveis, o que tornou o final da partida bastante atribulado. A rápida intervenção dos responsáveis de ambos os clubes evitou que a situação tomasse dimensões maiores, acabando por imperar o bom senso entre todos os intervenientes.

Depois de um início de jogo algo comprometedor em termos ofensivos, Heshimu Evans (18 pontos, 8 ressaltos e 2roubos de bola) cotar-se-ia como o MVP da partida. Não fosse a lesão de Will Frisby (10 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências), ocorrida a 8.47 minutos do termo do encontro, o norte-americano poderia ter discutido com o seu compatriota a distinção para jogador mais valioso da partida.

O inconformismo e a determinação da dupla interior portista, formada por Greg Stempin (15 pontos e 9 ressaltos) e Julian Terrel (13 pontos, 7 ressaltos e 2 roubos de bola), não bastou para evitar o segundo desaire na eliminatória.


Fonte: fpb.pt

domingo, 30 de maio de 2010

Futsal: Final está a uma Vitória de distância


O Benfica colocou-se em vantagem nas meias-finais do Play-off do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de Futsal, ao bater o Belenenses no primeiro jogo, disputado na Luz. Os encarnados venceram por três bolas a uma e estão agora a apenas um triunfo de carimbar a sua presença na final. As duas equipas voltam a encontrar-se, na próxima semana, no Restelo.

Tal como se esperava, o equilíbrio foi a nota dominante da primeira metade. Entrou melhor o Belenenses, que aproveitou o nervosismo inicial do seu adversário para criar duas boas situações de golo, ambas desperdiçadas pelo brasileiro Marcelinho.

A partir daqui, as duas equipas, que esta época encontraram-se pela quinta vez, foram-se encaixando, até que, aos sete minutos, Joel Queirós inaugurou o marcador, na sequência de uma grande jogada de ataque do Benfica, que terminou com um passe fantástico de calcanhar de Davi e finalização irrepreensível do internacional português.

O golo tranquilizou o conjunto encarnado, que passou a controlar as operações e podia ter aumentado a contagem não fosse a falta de pontaria de Joel Queirós e Pedro Costa. A sentir-se por baixo do seu adversário, o Belenenses fez alternar a utilização do guarda-redes avançado com o tradicional 4x4, voltando a equilibrar o jogo.

E foi com alguma justiça que Pedro Cary fez o empate, a dois minutos do intervalo. O número seis dos azuis aproveitou o azar de Bebé, que escorregou, para marcar de pé direito. O mesmo Pedro Cary esteve também em foco pela negativa, ao desperdiçar dois livres de 10 metros.

No último minuto, César Paulo desfez de novo a igualdade, na sequência de um excelente trabalho de Ricardinho, que deixou a bola nos pés do pivot brasileiro, com este a bater Marcão pela segunda vez.

Na segunda metade, os visitantes voltaram a entrar melhor e Sid teve duas clamorosas oportunidades para marcar. Primeiro atirou ao lado de baliza aberta, e depois, acertou no poste esquerdo da baliza de Bebé.

A partir daqui, o Benfica arrancou para uma grande segunda parte, controlando sempre o jogo. Ricardinho, Joel, Marinho, César Paulo e Davi tiveram o terceiro golo nos pés, mas revelaram-se ineficazes na hora da finalização.

A cinco minutos do final, Alípio Matos decidiu apostar em Diego Sol como guarda-redes avançado, mas o Benfica revelou-se sempre muito concentrado nas marcações, acabando por anular por completos as intenções do técnico belenense.

O jogo ficou mesmo sentenciado, a dois minutos do fim, quando Ricardinho combinou bem com Pedro Costa e atirou para a baliza deserta.

Arbitragem personalizada de Pedro Paraty e Vítor Rocha, que apenas erraram ao não assinalarem uma grande penalidade a favor do Benfica, no final da primeira parte, quando Paulinho carregou César Paulo à margem das leis.


Fonte:
Futsal Global

sábado, 29 de maio de 2010

Basquetebol: Benfica entra a vencer na Final


O Benfica venceu o primeiro jogo da série de 7 da final do campeonato da Liga Portuguesa de Basquetebol, ao derrotar, no pavilhão Império Bonança, o FC Porto, por 73-63. O bom desempenho dos encarnados na luta das tabelas, principalmente na ofensiva, bem como a forma mais disciplinada como executaram os movimentos atacantes, isto quando as transições ofensivas rápidas não funcionavam, foram os trunfos dos comandados de Henrique Vieira para ultrapassar a agressividade defensiva imposta pelos portistas e garantirem a vantagem pontual conquistada.

Na primeira parte do jogo inaugural da final do playoff da Liga Portuguesa de Basquetebol foi notório o nervosismo e a ansiedade das duas equipas. O Benfica, ainda sem Sérgio Ramos, que continua a recuperar de um problema no joelho, apresentou-se com o seu cinco habitual, ao passo que Moncho López apostou em Carlos Andrade de inicio, no lugar de Nuno Marçal.

Começaram melhor os portistas que, percebendo que tinham vantagem na posição 4, começaram a explorar a vantagem no jogo interior aproveitando o match up defensivo entre Greg Stempin e João Santos. Foi a altura mais esclarecida dos portistas que, tal como o seu adversário, acumulavam turnovers, mostravam-se pouco esclarecidos no ataque e registavam baixas percentagens de lançamento. A prova disso mesmo era o resultado de 12-8 favorável aos visitantes, que se verificava no final do 1º período.

Para o segundo tempo, Henrique Vieira manteve apostou em dois jogadores interiores mais altos, trocou de Heshimu Evans por Elvis Évora e os encarnados capitalizaram o aumento de peso e centímetros dentro de campo. O trabalho na tabela ofensiva começou a fazer-se sentir, principalmente através de segundos lançamentos fáceis, que fizeram os encarnados aproximarem-se no marcador.

A segunda falta de Elvis, bem como os dois triplos consecutivos dos azuis e brancos, davam a maior vantagem do jogo aos portistas (26-19). Mas a resposta dos comandados de Henrique Vieira foi imediata, culminando com um triplo de João Santos à entrada do último minuto, que deu o empate – 26 pontos – com que se atingiu o intervalo.

Cinco pontos consecutivos de Will Frisby, com apenas 2 minutos jogados na segunda parte, davam a primeira vantagem significativa (33-28) aos encarnados no jogo. A melhoria da eficácia do lançamento, bem como a manutenção da excelente atitude no ressalto ofensivo, proporcionava à equipa da casa o controlo da marcha do marcador.

Os portistas mantinham a mesma atitude defensiva, pressionando sempre o portador da bola, fechando linha de passes, mas repetiam o erro da 1ª parte, ao não bloquearem defensivamente após lançamento. As segundas posses de bola, ou até os segundos lançamentos fáceis, faziam com que os azuis e brancos não conseguissem dar sequência às boas situações ofensivas que criava, fundamentalmente através das penetrações em drible, aspecto no qual os benfiquistas se mostraram permissivos. Quando conseguiu finalmente controlar a luta na sua tabela defensiva, o FC Porto rapidamente se encostou no resultado (41-42), com um triplo de Carlos Andrade, mas deitou tudo a perder na parte final do período ao sofrer um parcial de 9-2, que colocava a formação visitada na frente à entrada do derradeiro período (51-43).

Nos últimos 10 minutos, os encarnados executaram melhor em meio campo, explorando sempre o jogo interior, isto quando, e não foram poucas as vezes, não conseguia vantagens das suas transições ofensivas rápidas. O FC Porto denotou alguns equívocos defensivos, nomeadamente nas trocas defensivas preparadas, com jogadores a confundirem-se, muito por culpa da falha de comunicação entre si. A diferença pontual entre as duas equipas foi aumentando, até que a 3.39 minutos do termo do encontro, uma falta técnica assinalada a Carlos Andrade, após uma falta em acto de lançamento (67-52), era o primeiro sinal da frustração nortenha.

O técnico Moncho López mandou avançar os seus atletas para uma pressão campo todo e com bons resultados. Numa atitude de inconformismo e de espírito de luta, os portistas conseguiram um parcial de 9-0, reduzindo a diferença para 6 pontos (61-67). Na parte final bastou ao conjunto benfiquista controlar a posse de bola e deixar que o tempo jogasse a seu favor (73-63).

O norte-americano Will Frisby (17 pontos, 13 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento), apesar de alguns problemas físicos sentidos ao longo do jogo, foi elemento fulcral na vitória encarnada, não só,pelospontos que marcou, mas também pelo papel que desempenhou na luta das tabelas.

O internacional portista Carlos Andrade (12 pontos, 9 ressaltos, 4 roubos de bola, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento), foi um dos mais inconformados ao longo de toda a partida.

A Federação Portuguesa de Basquetebol considerou os jogos do Play Off final da Liga Portuguesa de Basquetebol - a disputar entre as equipas do Sport Lisboa e Benfica e do F.C.Porto Ferpinta – jogos de risco elevado.
Calendário de jogos referente ao playoff Final do II Campeonato da LPB:

2ª Jornada - 30/05/2010
Sport Lisboa Benfica - FC Porto Ferpinta - 17:00 - Império Bonança
3ª Jornada - 04/06/2010
FC Porto Ferpinta - Sport Lisboa Benfica - 21:30 - Dragão Caixa
4ª Jornada - 06/06/2010
FC Porto Ferpinta - Sport Lisboa Benfica - 16:00 - Dragão Caixa
5ª Jornada - 09/06/2010
Sport Lisboa Benfica - FC Porto Ferpinta - 21:00 - Império Bonança
6ª Jornada - 13/06/2010
FC Porto Ferpinta - Sport Lisboa Benfica - 17:00 - Dragão Caixa
7ª Jornada - 16/06/2010
Sport Lisboa Benfica - FC Porto Ferpinta - 21:00 - Império Bonança

Agenda Semanal

Futsal:

1/2 Final Playoff, jogo1: Benfica vs Belenenses

28-05 às 16:00 no Pavilhão nº2, Benfica TV e RTP2

Basquetebol:

Final Playoff, Jogo 1: Benfica vs FCP

29-05 às 21:0 no Pavilhão Império Bonança, Benfica TV

Final Playoff, Jogo 2: Benfica vs FCP

30-05 às 17:00 no Pavilhão Império Bonança, Benfica TV

Hóquei em Patins:

25ª Jornada: Oeiras vs Benfica

25-05 às 18:00 em Oeiras

Andebol:

9ª Jornada, 2ª Fase: FCP vs Benfica

30-05 às 17:30 no Dragão Caixa, RTP2

Camadas Jovens - Futebol:

2ª Jornada, 3ª Fase Iniciados A: Benfica vs FCP

30-05 às 11:00 no CFC, Benfica TV

Informações úteis:

Basquetebol
S.L.Benfica – F.C. Porto (Pavilhão Império Bonança)
Liga de Basquetebol / Play - Off / Final 1.ºJogo
Dia 28 de Maio às 21.00h
Vamos abrir as Portas às 20.00h

Futsal
S.L.Benfica – C.F. Belenenses (Pavilhão Império Bonança)
Campeonato Nacional / Play - Off / ½ Final 1ºJogo
Dia 29 de Maio às 16.00h
Vamos abrir as Portas às 15.00h.

Basquetebol
S.L.Benfica – F.C. Porto (Pavilhão Império Bonança)
Liga de Basquetebol / Play - Off / Final 2ºJogo
Dia 30 de Maio às 17.00h
Vamos abrir as Portas às 16.00h

Horários de Abertura de Bilheteiras:
5.ª feira, dia 27 de Maio, das 15.00h às 19.00h, Exclusivamente para Sócios em ambas as Modalidades.

6.ª feira, dia 28 de Maio, para ambos os jogos a partir das 10.00h

Sábado, dia 29 de Maio, a partir das 10.00h

Domingo, dia 30 de Maio, (2.ºJogo Basquetebol), a partir das 10.00h

Tabela de preços do basquetebol:
Sócio de Quota Modalidades: 1,5€
Sócio: 3€
Sócio Criança: 1€
Sócio Menor: 2€
Público: 6€
Público Criança: 3.5€

Tabela de preços do futsal:
Sócio de Quota Modalidades: 1,5€
Sócio: 3€
Sócio Criança: 1€
Sócio Menor: 2€
Público: 10€
Público Criança: 5